Categoria: Ensaio

  • 13 de junho de 2013

    13 de junho de 2013

    — Por gentileza, meu querido, o senhor poderia atravessar a via? Obrigado. Na hora acusei o baque. Aquele policial militar me chamava de “meu querido”, pedia “por gentileza” e ainda agradecia

  • Peter Handke além das polêmicas

    Peter Handke além das polêmicas

    Escritor austríaco foi hostilizado por negar o genocídio bósnio no conflito com os sérvios Hoje, a performance do escritor equivale à sua escrita. Tanto faz se performance pública ou privada: rumo à Era da Transparência – quando todos os segredos de todas as pessoas serão devassados e expostos até suas vísceras –, todo artista será…

  • Capoeira, capoeiras

    Capoeira, capoeiras

    De onde surgiu e para onde vai a arte marcial mais famosa do Brasil?             Existem muitas capoeiras, camará. Como arte marcial, ela já começou no meio do furacão, criada a partir de embates. Até se tornar a primeira arte marcial brasileira mais exportada para o mundo todo — a segunda, sabe-se, é o jiu-jitsu recriado…

  • Que mistério tem Clarice(s)?

    Que mistério tem Clarice(s)?

    Por que tanta gente copia e cola frases fofas? Um espectro ronda as redes sociais: as frases de Clarice. Não só a Lispector, mas outra artista também criada no Recife – Clarice Falcão, compositora, atriz e roteirista. É um fenômeno curioso, porque, tal como aconteceu com a escritora de Laços de Família, a cantora de…

  • Quinhentos anos de bundas

    Quinhentos anos de bundas

    Quinhentos anos de bundas Ou, ao menos, entre 1955 e 2015: de Adele Fátima a Zezé Motta

  • Gente como a gente

    Gente como a gente

    Um índio e um alemão explicam por que comer a carne do nosso semelhante, apesar de ser o supremo tabu da civilização, não é um costume tão estranho quanto parece

  • Ensaio sobre o ensaio

    Ensaio sobre o ensaio

    Matéria de capa do jornal Cândido edição 96: em alta na internet e no mercado editorial, o ensaio dialoga com a reportagem, a ficção, o diário e até mesmo a poesia

  • #10yearschallenge

    #10yearschallenge

    Reunião de 50 ensaios, perfis, reportagens e artigos sobre literatura que publiquei nos últimos 10 anos

  • Failbetter

    Failbetter

    Como é impossível resenhar um livro que não se assume como livro, um livro que é o testemunho honesto da procrastinação de um frila, um livro que também é um espelho, seguem meus apontamentos a respeito d’O Romance Luminoso, de Mario Levrero

  • O real é o imaginário

    O real é o imaginário

    O real é o imaginário Sai no Brasil a coletânea de contos Sonhos Elétricos, obra do escritor norte-americano Philip K. Dick que inspirou a série de ficção científica Electric Dreams

  • Falso é verdadeiro

    Falso é verdadeiro

      Uma leitura da “falta que ama” em Philip K. Dick. Ensaio escrito para a tradução de Androides Sonham com Ovelhas Elétricas?

  • Revista nunca enguiça. É só não encher linguiça

    Revista nunca enguiça. É só não encher linguiça

    Manifesto da revista Mais55mag

  • Amor-aroma

    Amor-aroma

    Há mais mistérios entre os genitais e as narinas do que sonha a vã filologia

  • I <3 peitinhos

    I <3 peitinhos

    I love peitinhos Paz e amor na terra às mulheres de todos os tamanhos de seios e todos os tipos de boas vontades. Mas as donas de seios pequenos, ah… essas merecem atenções delicadas

  • Púbico e público

    Púbico e público

    De vida curta e obra transbordante, Ana Cristina Cesar moveu-se na estreita linha que divide a existência e sua encenação

  • Eu, eu mesmo e eu também

    Eu, eu mesmo e eu também

    Por que a autoficção se tornou um dos subgêneros mais cultivados na literatura contemporânea?

  • O homem que veio do futuro

    O homem que veio do futuro

    PKD viveu em mundos alternativos, acreditava ser um precog, viajava no tempo, induzia a imersão em realidades paralelas mediante uso de substâncias psicoativas, recebia mensagens de espíritos, de extraterrestres e de entidades de outro espaço-tempo: tinha certeza de ser um sujeito do futuro que narrava a si mesmo o passado

  • Senna e Science na República dos Bananas

    Senna e Science na República dos Bananas

    Aí o Senna chegou no céu perdidão e a primeira pessoa que encontrou foi o Dener. “To ligado, acidente de carro é uma merda”, disse o jogador

  • O outro que sou uma

    O outro que sou uma

    Onde termina o poema e começa o romance? Onde termina a mulher e começa o homem? Por que o transgênero pode vir a ser um dos caminhos mais provocadores para a arte do século 21? Pensata-playground para o #1 da revista BALADA

  • A balada dos homens-seta

    A balada dos homens-seta

    Todo domingo, são milhares. Embora pareçam invisíveis, estão no meio de nós. Pensata pra revista seLecT

  • Pêlos, por que tê-los?

    Pêlos, por que tê-los?

    Estarão mesmo em extinção nossas matas mais sagradas?

  • Amor nos tempos do Colt

    Amor nos tempos do Colt

    A polaca Amélia e o cafuzo Joaquim protagonizaram um belo e estranho romance nascido sob as brumas de pólvora da Revolução de 1932

  • Adaptar livros aos quadrinhos é o mesmo que dançar sobre arquitetura?

    Adaptar livros aos quadrinhos é o mesmo que dançar sobre arquitetura?

    Depois do dilúvio de lançamentos, o que vale — e o que não vale — ler nas adaptações literárias aos quadrinhos

  • Trinta horas no Galeão

    Trinta horas no Galeão

    Passei três dias inteiros no Aeroporto Internacional Tom Jobim, a porta de entrada para o inferno, digo, para as Olimpíadas

  • Crianças-problema

    Crianças-problema

    O romance Festa no Covil, do mexicano Juan Pablo Villalobos, renova um território pouco conhecido da literatura: o narrador infantil em um livro adulto

  • Rumo à Estação Frilândia

    Rumo à Estação Frilândia

    Você resolveu dar um pé na bunda em seu emprego chato e agora encara o abismo de ser um “profissional liberal autônomo”: não tem chefe, mas tem vários clientes, e precisa arranjar você mesmo o seu trabalho – do começo ao fim, e sem garantia de amanhã. E agora?

  • Clico ou não clico?

    Clico ou não clico?

    Novo livro do escritor Nicholas Carr afirma que o mergulho intenso na rede muda crucialmente o funcionamento do nosso cérebro. Pensata-playground para a revista V, novamente com a parceria do jovem Fabio Cobiaco A internet me deixou burro muito burro demais, cantaria Arnaldo Antunes se transpusesse para hoje o clássico titânico “Televisão”. É a leitura…

  • O dedo médio das divas*

    O dedo médio das divas*

    – Cabelos longos, ideias curtas, dizia Schopenhauer – o chefe citou, malemolente, envenenando uma ideia nonsense sugerida por uma colega durante a reunião de pauta. A moça, além de linda, foi rápida na língua: – Schopenhauer tinha pinto pequeno! – jogou o antídoto a bela. Tóin! Soltando uma risadinha, o chefe levou as mãos à…

  • Memória X esquecimento

    Memória X esquecimento

    A última “invenção” de Steve Jobs, o iCloud, promete salvar toda a sua vida em rede. Quem precisa de tanta lembrança? Pra cada inventor que cria coisas como a infinita e-memory, como o cientista Gordon Bell, há quem afirme: o melhor caminho para pensar é esquecer – caso do escritor Joshua Foer e do professor…

  • A mais triste vitória

    A mais triste vitória

    Artigo publicado no caderno Aliás, do Estadão, em 11-12, lembrando de Sócrates à luz [ou à sombra] do Corinthians pentacampeão Domingo foi estranho. Logo ao acordar, fiquei sabendo pelo amigo Xico Sá que nosso querido ídolo Sócrates se foi. Fui assistir ao jogo com a amiga Phydia me sentindo estranho, o coração amarrado. Como todo…

  • Apocalipse macho

    Apocalipse macho

    Os boatos sobre a derrocada do homem-alfa têm sido apressados. Mas atenção: há inquietantes sinais de fumaça. Pensata-playground publicada na revista Vida Simples de maio de 2010 É fato: o cromossomo Y, que determina o sexo masculino, está com os dias contados. As más notícias foram trazidas por cientistas australianos. “O cromossomo Y tem uma…

  • Profumo di donna

    Profumo di donna

    Pensata-playground para reportagem sobre o pudico nojinho feminino do mais divino dos aromas na Tpm

  • Botei Botox

    Botei Botox

    Na ALFA # 5, injeto toxina botulínica, faço preenchimento de ácido hialurônico, 3 sessões de luz intensa pulsada e peeling, torro R$ 5 mil – tudo isso pra isso? . — Bem… Eu mexeria na sua… na sua glabela! — Perdão? — Sua glabela… — Que é isso? — Esse vinco entre as sobrancelhas — e…

  • 100 noção

    100 noção

    Faz mais ou menos 22 anos que eu faço parte desses 100 anos. Uma das raras coisas de que realmente posso falar ‘faço parte’ é esse bando de loucos. Fiquem com dois modestos golzinhos para comemorar o centenário do Sport Club Corinthians Paulista. O primeiro é o doc Só Quem É Sabe O Que É,…

  • 11 = 1

    11 = 1

    Colaboração em campo Em tempo de Copa do Mundo, algumas lições do futebol para driblar os obstáculos do cotidiano. Na Vida Simples deste mês “No futebol não tem surpresa“, falou Dunga a um mês da copa. “No futebol não tem surpresa”, a frase repercutia na minha cabeça. Era assim que o treinador da Seleção explicava…

  • Nós, outros

    Nós, outros

    Robôs, ciborgues, andróides e inteligências artificiais na literatura e no cinema cada vez mais comprovam: ser humano já era

  • Log in logo existo

    Log in logo existo

    Na rede, estamos nos transformando em outras pessoas? Pensata-playground para pagar a Germana das crianças publicada na linda Audi 04/2010. Sim, este Impostor pedestre colabora equino, digo, equanimemente para as revistas motorizadas Audi, MIT e V. Curioso como o texto autoral tem ido estacionar em veículos customizados. Aliás, com este textinho comemoramos 10 anos de…

  • Doce nada

    Doce nada

    Uns viajam em busca de paisagens indescritíveis, outros querem lugares bacanas para fotografar, terceiros caçam templos de compras, e há os que vão à estrada para fazer amigos. Eu viajava para reencontrar o nada

  • Cuba não existe

    Cuba não existe

    Com Viagem ao crepúsculo, o jornalista cearense Samarone Lima faz um retrato emocionante – e sem concessões – da ilha fantasiada pela esquerda de todo o mundo. Resenhol pro Outlook de 13-3 Pensemos em Cuba e o gerador automático de chavões nos entrega charutos, rum, son, Ibrahim Ferrer, Ches Guevaras mirando o insondável, candomblé, mulatas…

  • Homem-biblioteca

    Homem-biblioteca

    Pro Outlook de 6-3, pensata-playground donde se analisa a morte de José Mindlin em contraponto à chegada em massa dos Kindle DX, conta-se o dia em que o autor de Uma vida entre livros conheceu a biblioteca do Capão Redondo, aventa-se sobre seus possíveis “sucessores” e sugere-se o tombamento definitivo do termo bibliófilo dando lugar…

  • Atire na Pollyanna

    Atire na Pollyanna

    O poder do pensamento negativo pode fazer mais milagres que o bobo-alegrismo pollyanna. Ou não

  • Eu quero é menos

    Eu quero é menos

    Excesso de informação, de conexões, de expectativas, de diversões, de demandas, de novidades… Como lidam com isso e administrar o tempo, enquanto não inventam uma 25ª hora pra gente poder dar conta de tudo o que nos interessa

  • Filô-cocô

    Filô-cocô

    Na Vida Simples de dezembro [capa Tambor], a pensata-WC da vez Boca maldita Em tempos de Twitter, quem for profundo e ao mesmo tempo veloz herdará o topo da cadeia alimentar. Para pensar com leveza, sem ser leviano jamais, coma fibras, apanhe um livro, papel e caneta, dê um tempo – e vá para a…

  • Vamo colaborar ae, porra

    Vamo colaborar ae, porra

    >> Pensata-playground do mês pra siempre fuefa Vida Simples Consciente coletivo Socializou geral: a criação individual (e, eventualmente, o egoísmo) passou a ser questionada por uma série de artistas, produtores de conteúdo e até comerciantes. São os tempos da “cultura wiki” (de Wikipédia). Mas será mesmo possível que o conhecimento seja criado coletivamente? Enquanto pensava…

  • Vaidosos Anônimos

    Vaidosos Anônimos

    Enquanto tolos & totós inimputáveis maltratam os teclados bancados por suas mamães, a caravana se garante, assinando tudo com o próprio nome. Daí que segue outra pensata-playground pra pagar a Germana das crianças. É a capa da Vida Simples do mês, edição Vaidade. Vai o texto original – mas sugiro ir às bancas conferir a…

  • Tem culpa eu?

    Tem culpa eu?

    Reflexão irracional sobre a culpa para a ótima reportagem da Tpm Não é você, sou eu – Você não se comportou como uma boa menina? – Sim… juro que não fiz nada… – Venha aqui, sua menina suja. Vou te dar uma lição! – Não, por favor, não, não… Sim, sim, sim! [Corta para gritos…

  • Os novos sete pecados capitais

    Os novos sete pecados capitais

    >> Materinha pra pagar a Germana das crianças publicada na VIP do mês. Quer dizer: a VIP reduziu as oito páginas originais a uma dupla… assim, segue o texto sem nenhum corte capital Pecai, irmãos Luxúria? Gula? Ah, não seja ridículo Na boa, o leitor é safo e não está nem aí se vai tocar…

  • Latino, yo?

    Latino, yo?

    Por que o Brasil dá as costas aos seus vizinhos? Existem símbolos que nos unem à América Latina? Temos mais em comum ou nada que ver com nuestros hermanitos? Pensata-playground para a Continuum , de saudosa memória

  • I lobby you

    I lobby you

    Romantismo digital ou putaria manual? No meio da oferta indiscriminada de amores expressos, prazeres excusos e uma boa foda a um toque no mouse, o amor romântico ainda existe? EleEla ouviu oito artistas para entender os descaminhos do coração – e dos hormônios – nos tempos em que fuçar no Orkut de um (a) pretendente…

  • Legalize it?

    Algo parece cheirar mal quando a bíblia do liberalismo defende abertamente a legalização total das drogas. Creio que o objetivo é correto – como a Economist, também defendo a legalização absoluta -, mas os motivos, errados: simplesmente porque combater os narcos sai mais caro [US$ 50 bilhões por ano]. Enfim: se a economia sempre parece…