Tag: Guia da Folha
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Feios, xulos, malvados — e outros troços pra zoar a mente
É setembro: tempo para passar a limpo as melhores resonhas de livros d’O Impostor
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Mil outonos
Após uma longa primavera e um doloroso verão, o Impostor volta a trazer dicas de leitura
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Rir — por último
No universo de DFW, todo mundo é dependente de algo ou está entrando em recuperação de sua dependência — bem, não é tão diferente assim deste universo aqui
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Zambra, Villoro, Nesky, Quintanilha
Estaria aceitando dicas de leitura pro inverno… que acabou de voltar?
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Salinger, Elio, Bowie, Gonçalo
Lançamentos nacionais & gringos para fugir de confetes & serpentinas
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Marcelino, Villalobos, Vila-Matas, Maroh
Lançamentos nacionais, gringos e de quadrinhos para sujar de caipirinha, areia e filtro solar
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Laub, Beckett, HQs, Aira
Romances, contos, quadrinhos, biografias autorizadas e não-autorizadas: o dilúvio de livros segue
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Vian, Palahniuk, Ésquilo, Herrndorf
Escale para a sua cabeceira um francês, um americano, um grego e um alemão
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Resenhas: K. Dick, Mallo, mãe, Cercas
Tanta coisa pra ler que não sabe por onde começar? O velho Bressa te ajuda nessa. Toda semana seu querido Impostor traz notas curtas sobre lançamentos recentes ou nem tão recentes assim
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Vila-Matas, o maníaco obsessivo
Resenha de Ar de Dylan, de Enrique Vila-Matas, para o Guia da Folha LDF de agosto “A arte é também escapar do que acreditam que você é ou do que esperam de você“, afirma, um tanto dúbio, o narrador de Ar de Dylan, novo romance do espanhol Enrique Vila-Matas
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Underground no terraço
Duas personagens quase idênticas se perdem numa floresta fria. Chegam a um povoado onde há uma celebração agrícola em que as flores de uma grande árvore são espalhadas e a árvore queimada. A época é incerta; talvez medieval. A dupla percorre caminhos perdidos no sonho e encontra uma bizarra e monstruosa criatura
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Coisificando as coisas da vida
Comentário sobre As Coisas, de Georges Perec, para o Guia Livros da Folha Ao romance As Coisas, o modesto Georges Perec aduziu um aposto: Uma História dos Anos Sessenta. Enganou-se: As Coisas nunca foi tão contemporâneo – leitura ideal para entender a sociedade de emergentes do Brasil


