Tag: ficção

  • Tsunami prateado

    Tsunami prateado

    Para o romancista inglês Martin Amis, o avanço da medicina e o aumento da expectativa de vida não contemplam a difícil questão da senilidade: contra a maré de grisalhos, ele defende a criação de “cabines de eutanásia”

  • Vem escrever comigo?

    Vem escrever comigo?

    Meu novo curso, TUDO COMEÇA COM UMA HISTÓRIA, deriva do meu clássico curso Contos Para o Próximo Milênio. Quer escrever sériee de tv, podcast, longa reportagem, biografia, romance, peça de teatro? Tudo começa com a perfeita criação de uma ficção breve, e este é o tema deste misto de curso e oficina de escrita criativa.…

  • A vida é Honduras

    A vida é Honduras

    Primeiro vamos tomar a América, depois a gente ocupa a Europa. Mas por enquanto a vida é Honduras, meu neto

  • O último livro do Cinema Nuvem

    O último livro do Cinema Nuvem

    Talvez estivesse perto da meia-noite e o fogo soasse como um sino dentro da fornalha. Este é o meu nome. Richard Brautigan

  • Aquele cantinho maluco e perigoso que você sabe bem onde é

    Aquele cantinho maluco e perigoso que você sabe bem onde é

    Um capítulo de Monólogos do Poliamor, meu próximo romance

  • Mil outonos

    Mil outonos

    Após uma longa primavera e um doloroso verão, o Impostor volta a trazer dicas de leitura

  • Abanti!

    Abanti!

    Hoje no Estadão saiu a matéria sobre o Encuentro Mundial del Portunhol Selvagem, em Asunción, dezembro de 2007 – primeira reportagem em portunhol publicada no país [em 133 anos de Estadón, nunca uma matéria tinha saído com tantas palabras em otra lengua]

  • Íntima canzón de mayo (y julio)

    >> Este saiu na Revista d’O Globo de 30-12-7, edição com 12 escritores, cada um abordando um mês: Pratinha pegou fevereiro, André Sant’Anna setembro etc [pra falar só dos melhores]. El nuestro es de maio. O engraçado é que saiu no pé biográfico que eu participo de um ‘movimento pró-portunhol surgido no Uruguai’. Pra piorar,…

  • O cemitério aéreo.

    Pensei que, de certa forma, estava à sua espera, embora, claro, ele não viesse, e pedi um chope, que veio aguado e quente. Tomava o vento na cara em baldes. Uma mulher se insinuou em frente, de costas a mim, se encostou morna no poste enferrujado, enchendo a cara do sol que se banharia no…

  • Dia de subir morro

    Saiu a nova Sexta-Feira, o número 8, cujo tema é Periferia. A excelente revista publicada pela 34 e editada pelo pessoal da Antropologia Social da USP (Valeria Macedo, Florencia Ferrari, Rose Hikiji, Paula Miraglia, Stelio Marras, Silvana Nascimento, Paula Pinto e Silva, Evelyn Schuler e Renato Sztutman) traz artigos de Hermano Vianna, entrevista com João…

  • O profeta do bundalelê

    “Rompam de uma vez por todas com a palavra ‘arte’, assim como com uma outra: ‘artista’. Parem de chafurdar nessas palavras que vocês repetem sem cessar. Não é verdade que cada um de nós tem um pouco de artista? Não é verdade que a humanidade cria arte não somente no papel e na tela, mas…

  • Criancinha com câncer

    – São nove reais e noventa e cinco centavos, senhor. Ele estende uma nota de dez. – Aqui está seu troco, senhor, totalizando cinco centavos. Senhor, gostaria de estar ajudando as criancinhas com câncer, senhor? – Criancinhas com câncer? – Sim, senhor, o MacDonald’s mantém o Instituto Ronald MacDonald para o auxílio de criancinhas com…

  • Salvia Divinorum no Iguatemi, 2055

    Salvia Divinorum no Iguatemi, 2055

    . . . Este capítulo do meu romance Mnemomáquina saiu na curitibana Et Cetera [site aqui] número 8.   . . . Dia dos Namorados

  • O colecionador de caveiras

    Meio-dia, a claridade cai de tapa na cara, ele geme, a tatuagem de caveira agulhando a pele dos cotovelos, o tatuador com cara de chinês amarelado em ópio, os acordes do electro batendo na cabeça, o dia de porrada, ele geme, ela geme, geme alto e longamente a vizinha de cima, gata ciosa de sua…

  • , 99

    Trabalho estúpido. Trabalho estúpido. Trabalho estúpido. Dois filmes em cartaz na cidade focam trabalhos estúpidos. Saí deles me lembrando do meu tempo de pasteupman. Um deles é Factotum, de Bent Hamer. Paste-up é um serviço que não existe mais. O outro é Bubble, de Steven Soderbergh. Era 1988. Auge da hiperinflação. Eu trampava numa agência…