Tag: JG Ballard
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No que eu acredito
Um poema em prosa de JG Ballard
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O homem que veio do futuro
PKD viveu em mundos alternativos, acreditava ser um precog, viajava no tempo, induzia a imersão em realidades paralelas mediante uso de substâncias psicoativas, recebia mensagens de espíritos, de extraterrestres e de entidades de outro espaço-tempo: tinha certeza de ser um sujeito do futuro que narrava a si mesmo o passado
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E se…?
Mais provocativo autor contemporâneo de ficção-científica, o inglês China Miéville chega ao Brasil com um romance policial que fala sobre duas cidades que estão e não estão no mesmo lugar
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Crianças-problema
O romance Festa no Covil, do mexicano Juan Pablo Villalobos, renova um território pouco conhecido da literatura: o narrador infantil em um livro adulto
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Um guia para o mundo das aparências
Resenha para o Guia da Folha Livros Discos Filmes de junho O mapa e o território é puro Michel Houellebecq: aquele texto cinzento, dois comprimidos de Rivotril abaixo do resto da humanidade
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Um fax de JG Ballard
Mr. Ballard não usava computadores – embora fosse um dos grandes escritores de ficção científica da segunda metade do século 20. Que falta ele faz hoje! Fico pensando o que diria ele dos protestos dos habitantes de Alphaville – algo bem parecido com a rebelião de classe média de Terroristas do Milênio. Segue um fax…
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Monstros da razão
Com a noveleta Corrida selvagem, o inglês JG Ballard satiriza os excessos de uma civilização higienista – e adverte para os massacres criados dentro dos mais ordeiros subúrbios. Resenhol para o Estadón de domingo Muito antes de serem construídas as torres neoclássicas do Parque Cidade Jardim, maior empreendimento imobiliário das Américas, cuja vista para as…
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Vida de cinema
> Essa saiu no Estadón de ontem Escrita depois do diagnóstico de câncer terminal, autobiografia de J. G. Ballard joga luz sobre uma vida tão extraordinária quanto a obra Biografias de escritores costumam ser um tanto chatas. A não ser no caso de inquietos como Jack London, Joseph Conrad ou Paulo Leminski, aventuras e agruras…
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Nossa vida não vale um Chevrolet
É relançado no Brasil o romance Crash, de J. G. Ballard, em que o automóvel é a metáfora extrema do século 20. Em entrevista a’O Estado, o autor inglês afirma: “Ciência e tecnologia servem aos nossos mais perversos impulsos. Os seres humanos são profundamente perigosos, e ficarão ainda mais”.
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Nossas cidades são cemitérios de automóveis
Ou seriam nossos automóveis cemitérios de cidades? “Pode-se explicar o século 20 tendo o automóvel como ícone… sempre fui fascinado pelos movimentos que uma mulher faz ao sair de um carro.” Neste filmete da BBC, JG Ballard pega seu muscle car americano e passeia por highways britânicas, procura vaga em um interminável estacionamento, assiste fascinado…
