De México via Colômbia


“Poema escrito al revés”,
de Eielson

Incendiados labios mis y labios tus
entre fruto un como cresce muerte la y
estrellas las todavia cuentan dedos misy a
llanto de cubos
sangre de piramides
azules mares auxilio
hueso y carne de vivir dejes me no
ojos los y manos las cortame pero
siempre para vida la perdoname
casa mi y tesoros mis pisotea
imploro te yo
lado mi a labios dos tus besar no
y dedo un con planetas de
millones mil millones
cien millon un contar

.
via Ju Vettore, desde DF

Autor: rbressane

Writer, journalist, editor

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