Caos

Sueños de Bolaño

Um anjo louro me trouxe de Buenos Aires o livro Tres [Acantillado], de Roberto Bolaño, um de seus inumeráveis livros de poesia [como se não bastasse ter dúzias de prosa]. Daqui pesquei alguns versos de “Un paseo por la literatura” – que não deixa de ser um breve resumo das leituras do homem: 1. Sonhei … Continuar lendo

Não-ficção/Perfil

Karam!

Diz como quem lê haicai: não há inferno ou céu, existe somente beleléu. Dirigiu-se ontem resoluta e irremediavelmente para o beleléu o nosso amigo Manoel Carlos Karam. Um dos grandes, sim, um dos grandes. Não que desse bola pra isso. Preferia uma Heineken. Das grandes. Que o beleléu lhe seja leve, como suas elegantes sentenças. … Continuar lendo

Caos

Nachón

Um aquário explode e tudo vira água. Não marés, água jorrando sobre o chão, corpos se sacodem sem ser peixes sem ser nada. Desejaste caos e desejaste os limites arrasados. Este aquário perde contenção e o que foi algo agora é resto, reminiscência: o jogo de caixas chinesas acaba e o mundo dentro de outro … Continuar lendo